Você notou que hoje em dia se escreve HIV/AIDS, ao invés de simplesmente AIDS? Consegue se dar conta do porquê? A mudança no nome, na nomenclatura da síndrome, foi uma guinada estratégica dos anos 90, quando resolveu se iniciar um protocolo de oferecer HAART para pacientes SAUDÁVEIS, mas que eram HIV positivos. E porque isso? Porque tratar pessoas sem sintoma algum, que não se sentem doentes, que não se percebem enfermas, mas que tem um marcador imunológico como o anti-HIV? Lembre que vc tem vários desses em seu próprio corpo - rubéola, sarampo, polio, varíola, etc, que vieram de doenças passadas na infância ou através de vacinações, mas nunca ninguém resolveu tratar estas doenças em vc. Agora junte estes fatos com esta informação: Segundo o maior executivo da British Welcome - maior industria farmaceutica do mundo - “é um erro inaceitável, do ponto de vista mercadológico, vender remédios para as pessoas apenas quando elas estão doentes. Se você vender para elas enquanto estão saudáveis, o mercado consumidor se amplia astronomicamente“. É o caso dos remédios da Aids e as vacinas. Pense nisso. Não sou paranóico, não acredito em duendes, em discos voadores e nenhuma “grande conspiração internacional maligna”. Acredito apenas no poder do dinheiro e na sedução que o modelo tecnocrático produz sobre corações e mentes. Comecei a estudar a “aids alternative” exatamente porque o quebra-cabeças tinhas peças poligonais, enquanto os “pesquisadores” apresentavam peças redondas. As coisas não se encaixavam. O tal vírus não desaparecia (e nem aparecia!!!). As explicações se chocavam contra a realidade dos fatos. As pessoas começaram a morrer com o uso de AZT - uma droga que, por si só, produz Aids. Um paciente meu convive sem problemas de saúde há 20 anos com o virus, mas exatamente porque se negou a usar os tratamentos; todos os seus amigos gays da época morreram quando resolveram a se tratar. Eles morreram do tratamento!!! Todos que usaram AZT nos anos 80 e 90 morreram!!! Comecei a perceber uma ultra-estrutura governando a pesquisa e as ações governamentais. Percebi que os elogios à ação do governo brasileiro em relação à AIDS eram porque adotamos um modelo drogal, medicamentoso e mortal, mas que agradava ao grande capital internacional de drogas. Notei, finalmente, que as críticas ao presidente Mbeki - da Africa do Sul foram poque ele não aceitou as explicações dos cientistas e pediu provas de que se tratava de uma doença transmissível. Essa prova nunca apareceu. O mesmo se sucedeu no governo alemão, num caso que ficou famoso. O prof Peter Dueberg pediu provas a Robert Gallo e Luc Montagner, e esses documentos NUNCA foram apresentados. AIDS é um grande negócio que movimenta BILHÕES de dólares todos os anos, e por isso mesmo é difícil voltar atrás e reconstruir o tratamento dos pacientes imunossuprimidos com base na verdade. Apenas nós, os indignados, poderemos forçar a adoção de um novo modelo de atenção à AIDS e que não seja construído sobre as mentiras.
Celia Farber, jornalista americana empenhada na campanha contra a farsa do HIV.
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