Ric Jones

Porque o silêncio é a pior das covardias…

13
Jan 2008
AIDS, Vacinas e Definições
Posted in AIDS alternative by admin at 7:04 pm |

Alguém  perguntou sobre famílias que se contaminavam por HIV, no caso de “maridos contaminados” que acabavam transmitindo “AIDS” para suas fidelíssimas esposas. Mas o que vem a ser “transmitir AIDS”? O que significa esta transmissão, esta “contaminação”? Nesta estratégia você pode notar um dos truques mais geniais da AIDS Inc: a colocação do tal do “slash”, estabelecendo uma amálgama entre questões que nunca se comprovaram estarem aderidas. Isto é: colocar uma “barra” unindo para sempre as siglas AIDS e HIV tem como objetivo perpetuar o conceito de que uma causa a outra. Por isso quando você quer se referir à Síndrome de Imunodeficiência Adquirida obriga-se a colocar o “HIV” ao lado, para provocar a idéia inequívoca de que uma coisa está ligada inexoravelmente à outra. Percebeu que na atualidade só se descreve a síndome como “HIV/AIDS”? O que se vê com freqüência nas avaliações laboratoriais é a presença de anticorpos contra HIV no corpo das pessoas, sem que isso tenha qualquer repercussão sobre a sua saúde. Milhões convivem com este vírus em muitos lugares do mundo, e muitos há mais de duas décadas. Recordem que temos por volta de 50 retrovírus no nosso organismo, todos comprovadamente inofensivos. Porque exatamente um deles, o HTLV-III, seria patogênico? Porque o mecanismo pelo qual ele agride os linfócitos nunca foi explicado, fotografado, entendido, comprovado? Melhor ainda: porque ele agridiria o linfócito, sua célula hospedeira, e se suicidaria? Pois o achado deste vírus no corpo de um indivíduo não tem nenhum significado sobre sua saúde, além de comprovar apenas que ele talvez tenha uma chance maior de ter outras “coisas transmissíveis” (como gonorréia, sífilis, citomegalovirus, herpes, etc.). O único mal deste vírus é ser diagnosticado por um dos buldogues da oficialidade da AIDS, e por causa disso determinar que uma pessoa previamente sadia entre na “máquina mortífera” dos ARVs. NÃO existe nenhuma comprovação de que este vírus seja capaz de se transmitir sexualmente, o que está claro pelos trabalhos de Peter Duesberg há mais de 15 anos. Outros estudos prospectivos a este respeito demonstram isso de forma cabal.

Gallo lutou bravamente para conseguir uma notoriedade como cientista.  Pesquisador de pouca importância, tentou convencer a comunidade científica de que os retrovírus eram microorganismos responsáveis pelo Alzheimer, pela leucemia e outras enfermidades. Falhou em todas, mas na sua última cartada acabou acertando o imaginário amedrontado e alienante da cultura ocidental do início dos anos 80, e nos fez adentrar a aventura destruidora dos anti-retrovirais.

Uma observação digna de nota: perceberam quais os alvos dos controladores da AIDS desde o início? Homossexuais, negros haitianos, imigrantes, africanos e miseráveis. Coincidência ou eugenia? Não parece interessante que os propagadores da fábula de um “vírus maligno” - que veio dos macacos (porque os “negros africanos sodomitas” o buscaram lá) - chegaram à conclusão que a solução para a puritana sociedade branca americana estava na eliminação ou na exclusão dos párias sociais, aqueles que “maculavam” a alva pureza de uma sociedade etnicamente pura?

Hitler continua influenciando o pensamento de muitos, por mais que pensemos que os extermínios sejam coisa do passado.

Ainda sobre a questão das pesquisas sobre uma “vacina” para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida.

“Li outro dia sobre uma nova vacina que está em fase de teste. Disseram que pessoas sãs ao serem vacinadas respondiam bem, e que seus organismos criavam muitos anticorpos contra o HIV. Mas ter anticorpos contra o HIV não significaria estar infectado por esse mesmo retrovírus?”

Peter Duesberg bate muito nesta tecla…

Os arautos do apocalipse do vírus mortal dizem que a AIDS é uma “doença nova“, e que subverteu tudo o que conhecemos a respeito de doenças infecciosas. Pois muito bem… Admitamos, por amor à dialética, que isso seja verdade: a AIDS é uma doença nova, que agride o sistema imunológico e que não pode ser analisada através dos parâmetros da “velha imunologia”, ou da “antiga infectologia”. Está bem. Abrirei minha mente para novos conceitos e não me permitirei a estagnação intelectual.

Entretanto, porque razão os mesmos profissionais que reclamam que temos de entender a AIDS como uma nova doença tratam-na como se fosse uma doença antiga, com os mesmos pressupostos da pasterianos da “guerra contra o inimigo microscópico”? Como diria Peter Duesberg, a AIDS é a ÚNICA doença (ou conjunto de doenças) que se manifesta DEPOIS da ativação do sistema imunológico. Isto é: para qualquer paciente com rubéola, varicela, sarampo, etc, após a infecção segue-se o surgimento da imunidade natural: o organismo produz anticorpos “anti-qualquercoisa” e protege o corpo contra futuras infecções pelo mesmo gérmen. É o que se diz para uma grávida com IGg positiva para rubéola: “Parabéns, você teve rubéola na infância e agora está livre de ter novamente esta afecção durante a gravidez.” Ela está “marcada” imunologicamente, com a cicatriz da infecção antiga e a sua posterior resolução. E nós naturalmente saudamos essa ação do organismo.

Aí é que reside uma das maiores contradições da teoria viral da AIDS. Se nós consideramos um indivíduo imunologicamente ativo (HIV +) como sendo DOENTE, como poderemos vacinar pessoas e torná-las necessariamente positivas? Como saberemos quem está vacinado e protegido de quem está doente?

Para o “AIDS Politburo” o modelo funciona assim:

HIV Positivo = AIDS

Doença + HIV Positivo = AIDS

Doença + HIV Negativo = Só Doença

É o que se chama “definição tautológica” da doença. “AIDS se caracteriza por uma série de doenças que consideramos serem AIDS”. Acreditem, é assim que se pensa AIDS hoje em dia.

A busca da “vacina contra a AIDS” vai consumir alguns bilhões de dólares ainda, mas vai esbarrar na coisa mais simples do mundo: o conceito desta doença, que nada tem a ver com os conceitos originais de meados dos anos 80. O próprio Sarcoma de Kaposi (lembram dele?) praticamente desapareceu, e era considerada uma doença relacionada à AIDS. Porque sumiu? Por causa dos Poppers (nitritos de amilo), que foram proibidos pela sua toxicidade!! Porque este fato foi escondido, e só sabemos dele quando lemos a história da AIDS contada pelos dissidentes? O texto sobre os Poppers no “Manual do Dissidente Júnior” está muito esclarecedor a este respeito. Imperdível.

Era isso… enquanto não entendermos porque um indivíduo é chamado de “doente” por ter um marcador imunológico de saúde, nunca poderemos diferenciar os considerados “doentes” daqueles que são “vacinados”, porque não há critério para se saber quem está enfermo e quem está imune.

Ric

Seremos apenas vacas dóceis indo para o matadouro do envenenamento genocida da AIDS Inc?

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